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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Entidade de jornalistas divulga carta aberta e alerta sobre possível tentativa de assassinato de Bolsonaro

Entidade de jornalistas divulga carta aberta e alerta sobre possível tentativa de assassinato de Bolsonaro

 

A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Ailiados - AJOIA Brasil – publicou nesta quarta-feira uma Carta Aberta dirigida ao Congresso Nacional e aos governadores.

Para a AJOIA Brasil, o país assiste em silêncio o assassinato de um ex-presidente da República.

Confira a íntegra da Carta Aberta:

O Brasil assiste em silêncio e do sofá o assassinato de um ex-presidente da República.

O regime que comanda o Brasil está, a conta gotas, assassinando o ex-presidente Jair Bolsonaro, líder da Direita brasileira. Bolsonaro se encontra totalmente indefeso, exposto às garras dos seus inimigos que se auto proclamaram justiceiros, algozes, e não juízes imparciais.

Em 6 de setembro de 2018, o militante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Adélio Bispo de Oliveira, enfiou um facão no baixo ventre de Bolsonaro que quase o transfixa. O então candidato à presidência sobreviveu, mas, desde então, foi submetido a 14 cirurgias.

Acusado de um golpe de Estado fictício, sustentado por narrativas esdruxulas, pela mídia e pela esquerda, Bolsonaro foi preso em 22 de novembro de 2025, condenado a 27 anos de prisão por magistrados que jamais poderiam participar de qualquer ato desta natureza, pois possuem conflitos graves de interesses.

Logo depois da última cirurgia, em 29 de dezembro de 2025, quando o ex-presidente ainda deveria estar sob cuidados especiais, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que ele fosse levado de volta para a cadeia, numa demonstração de que sua toga é de inquisidor, jamais de defensor da justiça. Sua conduta é repugnável, inaceitável e de um tirano.

Sob efeito de remédios controlados, perseguido, torturado, Bolsonaro está debilitado e delirante. Ontem, 6 de janeiro de 2026, durante a madrugada, caiu da cama e só foram encontrá-lo, no chão, por volta das 7, de manhã. Mesmo diagnosticado com fratura craniana, seu algoz negou, num primeiro momento, a liberação para atendimento digno em um hospital.

É flagrante a tentativa de assassiná-lo!

Desde 1º de janeiro de 2023, o Brasil escorrega para um regime totalitário, com a Constituição pisoteada por quem deveria protegê-la, o Supremo Tribunal Federal (STF); presos políticos; liberação de narcotraficantes; desvio de trilhões do erário; desarmamento da população; corrução generalizada; virtual fechamento do Congresso Nacional e tendo as mentiras como método.

Se não bastasse, assistimos ao crescimento de facções de narcotraficantes, como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV); alinhamento do mandatário Lula da Silva com ditaduras, como China, Rússia e Cuba, o Estado terrorista do Irã e o narcoestado da Venezuela; e agora, com requintes de crueldade, o assassinato a conta-gotas de um ex-presidente da República.

Com efeito, o assunto é de extrema urgência. A Esquerda tem como meta a sua eliminação e para isso, os fins justificam os meios. Perseguido durante todo o seu governo (2019-2022), em 8 de janeiro de 2023, embora estivesse nos Estados Unidos, foi acusado de liderar um golpe de Estado fantasioso, sem arma e nem tanques nas ruas. Uma armação escandalosa, arregimentada por quem o julgou recentemente e o condenou há 27 anos de cadeia.

Qualquer pessoa minimamente sensata, intelectualmente honesta, cristã e que defenda a justiça, sabe que para se configurar um golpe de estado, é necessário elementos que nunca estiveram presentes na peça acusatória. A verdade é uma só: Bolsonaro ameaça, com sua popularidade histórica, o sistema metastático que ora se instalou no Brasil e que passa longe de ser uma democracia.

Ainda há tempo de salvar Jair Bolsonaro e os presos políticos encarcerados em Brasília. Se o Congresso Nacional quiser pode evitar a sua morte precoce e cruel, bem como o sofrimento injusto de inocentes acusados de golpe, em vez de baderna, que foi o crime cometido no dia 8 de janeiro de 2023.

Os governadores dos Estados mais influentes precisam acordar para a urgência das arbitrariedades que estão sendo cometidas em Brasília, falaciosamente em nome da democracia, por atores suspeitos, que não possuem isenção e querem na verdade é assassinar o líder da direita.

A AJOIA BRASIL - Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, repudia a violência em curso na Capital Federal, sobretudo no tratamento dado ao ex-presidente, que merece, por ter sido mandatário eleito por mais da metade dos eleitores, democraticamente, um tratamento digno e justo, com imparcialidade e respeito à Constituição.

O que assistimos atônitos é vingança, perseguição e não pode ser considerado justiça. A desforra não é, neste caso, contra apenas um ex-presidente que goza de popularidade e confiança de milhões de cidadãos, é contra o Estado Democrático de Direito e contra o povo brasileiro.

Belo Horizonte/MG, 7 de janeiro de 2026

AJOIA BRASIL - Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados/JCO

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Bastidores da política: alianças se consolidam e surge possível vice de Flávio Bolsonaro

Bastidores da política: alianças se consolidam e surge possível vice de Flávio Bolsonaro

 

O entorno do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), passou a se movimentar para colocá-lo como candidato a vice-presidente em uma eventual chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

A articulação vem sendo conduzida nos bastidores pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab.

Zema esteve com Kassab em São Paulo na última sexta-feira, encontro que deu impulso às negociações. O desenho discutido envolve também o apoio de Flávio Bolsonaro e de Kassab à candidatura de Matheus Simões ao governo de Minas Gerais em 2026, além do lançamento do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), como presidenciável.

Com essa configuração, Kassab ampliaria sua influência ao se posicionar em torno de três frentes nacionais: a candidatura de Flávio Bolsonaro, a de Eduardo Leite e, ao mesmo tempo, a manutenção da relação com o governo Lula. O acordo não exigiria que o PSD deixasse os cargos que ocupa atualmente na Esplanada dos Ministérios. A sigla comanda hoje as pastas da Agricultura, Minas e Energia e Pesca.

A movimentação também teria impacto direto na disputa pelo governo mineiro. A presença de Zema na chapa presidencial fortaleceria Matheus Simões, que atualmente enfrenta dificuldades eleitorais. Levantamentos recentes indicam o nome em quarto lugar, atrás de Cleitinho (Republicanos), Alexandre Kalil (PDT) e Gabriel Azevedo (MDB).

A avaliação nos bastidores é que, com Zema compondo a chapa de Flávio Bolsonaro, o bolsonarismo poderia declarar apoio a Simões e, com isso, enfraquecer Cleitinho, cujo eleitorado é majoritariamente alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para Flávio, a aliança garantiria um palanque robusto em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país. Em São Paulo, ele contaria com o apoio do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que até o momento não demonstra intenção de disputar a Presidência.

O arranjo pressupõe ainda a saída de cena de Ratinho Jr. (PSD). O governador do Paraná não tem sinalizado disposição para entrar na corrida presidencial e avalia disputar o Senado em 2026, além de tentar emplacar um sucessor no estado. O nome apoiado por ele, o secretário estadual Guto Silva (PSD), aparece mal posicionado nas pesquisas.

 Com informações: JCO

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

COMEÇOU!!! TSE barra prefeito eleito e determina nova eleição em cidade Bom Jesus de Goiás em 2021

COMEÇOU!!! TSE barra prefeito eleito e determina nova eleição em cidade Bom Jesus de Goiás em 2021



Reprodução
Adair Henrique (DEM) foi eleito, mas não assumirá a prefeitura de Bom Jesus de Goiás

Por unanimidade, magistrados determinam nova eleição em janeiro de 2021 na cidade de Bom Jesus de Goiás
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou nesta quinta-feira (3) quatro canditaturas vitoriosas sob judice e determinou a inelegibiliidade do prefeito eleito Adair Henrique da Silva (DEM) por condenação em órgão colegiado. Com isso, outra eleição será realizada em Bom Jesus de Goiás (GO) .

"Por unanimidade, [o TSE] deu provimento ao primeiro recurso para indeferir o pedido de candidatura ao cargo de prefeito e anular as alterações maiores do município de Bom Jesus de Goiás, determinando a realização de novas anteriores a serem designadas pelo TRE [Tribunal Regional Eleitoral] para o ano de 2021, bem como a convocação do presidente da Câmara Municipal da legislatura a se iniciar para exercer a carga provisoriamente nos termos do voto do relator", disse o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso.

Em ao menos 96 municípios brasileiros ainda não está definido quem será o prefeito a partir de 2021, já que ainta têm processo em julgamento aguardando decisão judicial. 

De acordo com acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE), Adair estava inelegível devido a uma condenação por improbidade administrativa . Seu registro já tinha sido negado pelo juíz eleitoral, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goias entendeu que o prazo de oito anos de inelegibilidade determinada pela lei já tinha acabado. Assim, o TRE liberou uma candidatura.

A liberação foi questionada no TSE. O relator do caso, o ministro Edson Fachin, já tinha uma decisão liminar que impedia a diplomação de Adair antes que o processo fosse analisado.

A advogada Luciana Lóssio representou o prefeito eleito que teve 50,26% dos votos válidos. Ela falou em “dois marcos temporais” da inelegibilidade. Lóssio disse que o candidato eleito ficou inelegível a partir de uma condenação colegiada em 2009. Portanto, segundo ela, o prazo de suspensão dos direitos políticos (de 8 anos) tinha se esgotado em 2017. Ela também argumentou que, em 2012, Adair tentou concorrer na eleição, mas teve o registro de candidatura negado justamente em função da condenação de 2009.

 Com informações: Do US

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

ELEIÇÕES 2020: Eleitor poderá justificar ausencia pelo celular

ELEIÇÕES 2020: Eleitor poderá justificar ausencia pelo celular

e-Título estará atualizado até as eleições para a justificativa.

As lojas de aplicativo de celular (app) colocam à disposição nesta quarta-feira (30) uma nova versão do e-Título com mais funcionalidades. O recurso eletrônico possibilitará a justificativa de ausência nas votações de 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno), até 60 dias após cada pleito, por meio dos celulares e tablets.

Até as eleições, o e-Título estará atualizado para que as justificativas possam ser apresentadas a partir do dia da votação por quem não compareceu - por estar fora do domicílio eleitoral ou impedido de ir à zona eleitoral.

O e-Título, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também permite ao cidadão gerar certidões de quitação eleitoral e de nada consta de crimes eleitorais, além de fazer a autenticação de documentos da Justiça Eleitoral.

O acesso ao aplicativo é gratuito e funciona em sistemas operacionais Android e iOs . Conforme nota da Justiça Eleitoral, para baixar o aplicativo, basta procurá-lo na loja de aplicativos do seu dispositivo móvel ou acessar o hotsite do título de eleitor no Portal do TSE.

Justificativa obrigatória

Nas eleições de 2018, 29,9 milhões de pessoas no primeiro turno e 31,3 milhões de pessoas no segundo turno deixaram de votar. Quem até hoje não justificou deve emitir o boleto para quitação de multas nos sites do TSE ou dos tribunais regionais eleitorais. A justificativa é obrigatória.

O pagamento deve ser feito pela Guia de Recolhimento da União (GRU) no Banco do Brasil. Depois de fazer o pagamento, o cidadão deve aguardar a identificação do recolhimento da multa pela Justiça Eleitoral e o registro na inscrição pela zona eleitoral. Essas informações estarão disponíveis pelo e-Título.

As soluções e os procedimentos acessíveis pelo documento também podem ser acionados pelo site ou pessoalmente nas seções eleitorais. O TSE orienta que em caso de urgência para a regularização da situação eleitoral, o cidadão deve entrar em contato com a zona eleitoral onde está inscrito para orientações sobre a baixa da multa no sistema.

Conforme a Justiça Eleitoral, o cidadão que não votar por três pleitos, nem justificar ausência, nem pagar as multas devidas terá o título cancelado.

Edição: Graça Adjuto da AB

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Eleições 2020: sistema de divulgação de candidaturas já está disponível

Eleições 2020: sistema de divulgação de candidaturas já está disponível

DivulgaCandContas permite consultar candidatos registrados em todo o Brasil. Também é possível acessar informações relativas às prestações de contas dos concorrentes.

O DivulgaCandContas, sistema responsável pela divulgação das candidaturas registradas em todo o Brasil para as Eleições Municipais de 2020, já pode ser acessado no endereço divulgacandcontas.tse.jus.br.

Desenvolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ferramenta permite consultar as candidaturas por município e cargo, acessar informações detalhadas sobre a situação dos candidatos que pediram registro de candidatura, bem como todos os dados declarados à Justiça Eleitoral, inclusive informações relativas às prestações de contas dos concorrentes.

À medida que os candidatos solicitam seus registros à Justiça Eleitoral, o TSE divulga todos os dados do concorrente no sistema. Até as 15h desta quarta-feira (16), o DivulgaCandContas 2020 dispunha de informações sobre 16.004 pedidos de registro de candidatura, sendo 14.245 de candidatos a vereador, 879 de prefeito e 880 de vice-prefeito.

Os números são constantemente atualizados pela Justiça Eleitoral, por estado e nacionalmente. O sistema DivulgaCandContas é abastecido de acordo com a oficialização do registro de candidaturas para o pleito de novembro próximo.

No dia 26 de setembro, às 19h, termina o prazo para os partidos políticos e coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos e chapas à Justiça Eleitoral. Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite fixada em lei para a formalização individual do registro perante o TSE ou algum Tribunal Regional Eleitoral é o dia 1º de outubro, também até as 19h.

Acesso

O sistema é disponibilizado na internet para todos os cidadãos. Para acessá-lo, não há necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário. O acesso é simples e pode ser feito com apenas alguns cliques. Basta clicar divulgacandcontas.tse.jus.br e selecionar a unidade da Federação no mapa ou a sigla do estado a ser consultado.

Na página principal do sistema, o interessado encontrará o quantitativo total de candidaturas e os candidatos por cargo (prefeito, vice-prefeito e vereador). No mapa do Brasil, é possível filtrar a pesquisa clicando na unidade da Federação e depois no cargo desejado. Em seguida, aparecerá uma lista com todos os políticos que concorrem ao cargo no estado.

Selecionado o nome do candidato, é possível obter informações sobre o seu número, partido, composição da coligação que o apoia (se for o caso), nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais. Também é possível acompanhar a situação do pedido de registro e eleições anteriores das quais o candidato tenha participado.

Situação da candidatura

A situação do registro do candidato aparece ao lado da foto, além do tipo de eleição à qual ele está concorrendo e um guia sobre os termos, inclusive os jurídicos, utilizados para definir a situação dele perante a Justiça Eleitoral.

São três os principais termos utilizados na ferramenta. Quando o processo é registrado na Justiça Eleitoral, é informada a palavra “cadastrado” e, em seguida, “aguardando julgamento”. Isso significa que o candidato enviou o pedido de registro de candidatura, mas o pedido ainda não foi julgado, ou seja, o processo está tramitando e aguarda análise.

Após o processo ser apreciado pela Justiça Eleitoral, o registro pode ser considerado “apto” ou “inapto”. Caso o candidato preencha todas as condições de elegibilidade, isto é, não tenha nenhuma contestação e o pedido tenha sido acatado, a situação que aparecerá no sistema será “apto” e “deferido”.

Outro caso é quando o candidato aparece como apto, mas houve impugnações e a decisão é no sentido de negar o registro. Nesse caso, a situação será “apto”, e o complemento será “indeferido com recurso”.

Por outro lado, existe o caso do candidato que apresentou o registro, e as condições de elegibilidade avaliadas foram deferidas pelo juiz; contudo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) ou o partido recorreu da decisão. Nessa hipótese, a condição será “apto” e “deferido com recurso”.

Na situação de registro julgado como apto, ainda existem as possibilidades de “cassado com recurso” ou “cancelado com recurso”. Isso ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo partido ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda uma nova decisão.

Por fim, também consta do sistema a condição de “inapto”, com os complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do pedido”, candidato cujo o pedido de registro não foi apreciado pelo juiz eleitoral; e “renúncia”.

Módulo contas

O DivulgaCandContas também disponibiliza as informações relativas às prestações de contas dos candidatos das eleições. O usuário pode fazer a pesquisa das receitas dos concorrentes por doadores e fornecedores, além de acessar a relação dos maiores doadores e fornecedores de bens e/ou serviços a candidatos e partidos políticos.

Por meio do sistema ainda é possível consultar os limites de gastos por unidade da Federação, município e cargo, bem como as sobras e as dívidas de campanha por candidato e direção partidária.

As informações sobre as prestações de contas de campanha são disponibilizadas à medida que os recursos são declarados pelos candidatos no sistema.


Com informações; Do TSE