terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Após críticas a aluguel de R$ 2 milhões para a COP30, Samuel Câmara afasta pastor ( Veja o video)

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 Decisão do líder da CADB gerou revolta e debandada de fiéis em Belém; O culto terminou em confusão e protestos.

O pastor Samuel Câmara durante ministração em evento evangélico. (Foto: Reprodução)
Uma crise administrativa severa atingiu a Assembleia de Deus em Belém nesta semana, após o pastor Samuel Câmara, presidente da CADB, remover o pastor Marcelo Campelo da liderança da AD Doca. O estopim foi a denúncia de Campelo sobre o aluguel do Centro de Convenções Centenário por R$ 2 milhões durante a COP30.

Segundo apuração do Fuxico Gospel, Marcelo Campelo utilizou suas redes sociais para questionar a transparência na gestão dos ativos da igreja durante o evento climático da ONU. O pastor alega que o valor cobrado por apenas cinco dias de uso do espaço centenário carece de prestação de contas clara aos membros.

Em vídeo publicado no Instagram, Campelo afirmou ter sido “surpreendido nas férias” com a notícia de sua remoção. O líder destacou que não cometeu faltas éticas ou morais, atribuindo a decisão de Samuel Câmara a uma “perseguição política” interna motivada pelo questionamento financeiro.

Protesto e esvaziamento do templo

A tentativa de Samuel Câmara de empossar um substituto gerou um cenário de hostilidade na AD Doca. Conforme relatos de fiéis presentes, a maioria dos membros abandonou o santuário no momento da posse, realizando um protesto silencioso contra a saída de Campelo.

  • Debandada: Bancos vazios durante a fala da presidência da CADB.
  • Vigília Externa: Multidão de fiéis realizou orações e louvores do lado de fora em apoio ao pastor destituído.
  • Transparência: Membros exigem auditoria nos contratos firmados para a COP30.

A realização da COP30 em Belém transformou a capital paraense em um epicentro de investimentos internacionais. A Igreja Assembleia de Deus, detentora de grandes infraestruturas na cidade, tornou-se peça estratégica na logística do evento. O conflito interno sinaliza como a pressão econômica global sobre o governo local reflete na governança das instituições religiosas.

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O espaço segue aberto para manifestação das partes.

Video: 


Com informações: FG

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EDITOR: verified_user

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