sexta-feira, 1 de junho de 2018

Em encontro com membros da Assembleia de Deus, Temer pede orações

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O aceno de Temer tem por intuito repassar um eventual apoio dos evangélicos ao pré-candidato do MDB, Henrique Meirelles
     (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil )
De olho nas eleições, o presidente Michel Temer está se aproximando dos evangélicos para ganhar apoio à candidatura emedebista e ao próprio governo. Em discurso na 45ª Assembleia Geral Extraordinária da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad), ele defendeu que os religiosos “examinem projetos” e não “pessoas”. Também não deixou de comemorar o que ele considera como o fim da greve dos caminhoneiros, tendo, inclusive dado “graças a Deus”.

O aceno de Temer tem por intuito repassar um eventual apoio dos evangélicos ao pré-candidato do MDB, Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda. Enalteceu os feitos na economia, como redução da inflação, dos juros, e medidas aprovadas, como o teto de gastos e a reforma do ensino médio, e pediu que sejam nesses tipos de feitos que os religiosos se amparem, e não necessariamente em candidatos.

“Em momento que vamos entrar em disputa eleitoral, permito dizer que examinem os projetos. Qual o projeto desta pessoa. Quais projetos serão levados adiante. Serão projetos em favor dele ou do país? Se forem projetos em favor do país, podem efetivamente fazer uma boa escolha”, disse. Ao fim do discurso, ele pediu que orassem por ele e pelo governo. “Orando por mim e pelo governo, estarão orando pelo país”, destacou.

Greve dos caminhoneiros

A redução do número de pontos de concentração para 197 focos de protestos, conforme o governo anunciou ontem, é um fator que leva o Palácio do Planalto a avaliar que a greve dos caminhoneiros se encerrou. Para o Executivo federal, a análise é de que as manifestações agora são de cunho de político. Por isso, Temer comemorou com os evangélicos. “Graças a Deus, estamos encerrando a greve dos caminhoneiros. Encerrando por meio de uma atitude minha que tem sido criticada, que é o diálogo. Não do uso da força”, disse.

Com informações: CB
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