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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

  Mais de 150 mil casos confirmados de Covid-19 são registrados no Maranhão

Mais de 150 mil casos confirmados de Covid-19 são registrados no Maranhão

Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), neste domingo (30), O Maranhão registrou 151.212 casos confirmados do novo coronavírus, sendo 3.436 óbitos.


Informações obtidas da SES, 8.490 casos estão ativos. Desses, 8.027 estão em isolamento domiciliar, 276 internados em enfermaria e 187 em leitos de UTI.

O interior do estado continua registrando o maior número de novos casos do vírus no Maranhão. 218 casos foram confirmados em outras regiões do estado, 3 em Imperatriz e 96 na Ilha de São Luís.

Ainda de seundo a SES, os novos óbitos foram registrados nos municípios de: Amarante do Maranhão (1), Balsas (1), Sítio Novo (1), Turilândia (1), Açailândia (2), Codó (2), Imperatriz (2) e Timon (2).

Os novos óbitos registrados no estado, nenhum aconteceu nas últimas 24h. Todos são de dias e/ou semanas anteriores, e aguardavam o resultado do exame laboratorial para Covid-19.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Pazuello dá lição em Mandetta e diz que muitas vidas poderiam ter sido salvas com o tratamento precoce

Pazuello dá lição em Mandetta e diz que muitas vidas poderiam ter sido salvas com o tratamento precoce

Fotomontagem: General Eduardo Pazuello e Luiz Henrique Mandetta
Nesta segunda-feira, 24, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que muitas mortes por Covid-19 poderiam ter sido evitadas com o protocolo adotado agora pelo sistema de saúde, de fazer o diagnóstico e tratamento precoce da doença.


Pazuello disse que a pasta mudou a orientação para o tratamento, com base no que aconteceu no Norte e no Nordeste do país.

“Nosso tratamento precisa ser precoce e imediato. Aos primeiros sintomas, tem que procurar o médico, a unidade de saúde. Tem que ser diagnosticado pelo médico e tem que receber a prescrição dos medicamentos pelo médico”, explicou.

E prosseguiu:

“O paciente tem que tomar os medicamentos e ser acompanhado pelo médico, para ver se não precisa de outras intervenções. Se isso acontecer, o risco de morte cai drasticamente. Se nós tivéssemos feito isso desde o início, teríamos tido menos mortes no nosso país, eu não tenho a menor dúvida.”

A orientação de Pazuello mostra a grande diferença no enfrentamento da pandemia.

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por exemplo, ao que tudo indica, estava completamente errado.

Mandetta pregava que o cidadão só deveria procurar o médico em último caso, já com os sintomas da doença.

Lamentável… Quantas vidas poderiam ter sido salvas?

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

China recomenda Cloroquina no tratamento da Covid-19... E agora?

China recomenda Cloroquina no tratamento da Covid-19... E agora?


Foto Ilustrativa
A Comissão Nacional de Saúde da China está recomendando o uso de Cloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19.

Na primeira atualização que faz de suas "diretrizes de tratamento" desde março, o órgão chinês diz:

"Alguns medicamentos podem demonstrar um certo grau de eficácia para o tratamento em estudos de observação clínica, mas não existem medicamentos antivirais eficazes confirmados por ensaios clínicos duplo-cegos e controlados por placebo."

Segundo a comissão, além da cloroquina, "outros medicamentos antivirais recomendados incluem interferon e arbidol, mas a ribavirina deve ser usada junto com lopinavir ou ritonavir".

O presidente Jair Bolsonaro, assim como outros líderes mundiais como Donald Trump, vem recomendando a meses o uso do medicamento contra a Covid-19.

O que dirão agora os delirantes negacionistas do remédio?

Com informações:Do JCO

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Diretor da OMS diz que ‘talvez nunca exista’ vacina contra a Covid-19.

Diretor da OMS diz que ‘talvez nunca exista’ vacina contra a Covid-19.


Diretor da OMS, Tedros Adhanom
Nesta segunda-feira, 3, o diretor-geral da Organização Mundial Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que vacina ou cura para a covid-19 podem não se tornar realidade.

Para Tedros as imunizações testadas podem “não funcionar”, ou oferecer proteção por apenas “alguns meses”.

“Não existe bala de prata no momento e talvez nunca exista ”, disse o diretor-geral.

E prosseguiu:

“Há preocupação de que talvez não tenhamos uma vacina que funcione. Ou que a proteção oferecida possa durar apenas alguns meses, nada mais.”

Segundo o diretor da OMS, não é possível saber até que se concluam os testes.

A dúvida fica quanto a necessidade de tal comentário, na medida em que o diretor sequer é médico, e ainda mais vindo de um órgão mundial de grande repercussão.

Fonte: JCO

terça-feira, 9 de junho de 2020

Nova revelação da OMS é bombástica: Pacientes assintomáticos não contribuem para a propagação do vírus

Nova revelação da OMS é bombástica: Pacientes assintomáticos não contribuem para a propagação do vírus

Maria Van Kerkhove
Pacientes infectados com a Covid-19, que não apresentam sintomas, não estão a contribuir para a propagação do vírus.

O alerta foi dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), esta segunda-feira (8), lançando dúvidas sobre as preocupações de alguns investigadores, de que o vírus possa ser difícil de conter devido a casos assintomáticos.

“A partir dos dados que temos, é raro que uma pessoa assintomática realmente transmita (o vírus) para um outro indivíduo”, disse Maria Van Kerkhove, diretora do programa de emergências sanitárias da OMS, em entrevista à Organização das Nações Unidas (ONU).

Van Kerkhove reconheceu ainda que existem alguns estudos que deram conta de uma propagação assintomática em lares de idosos e em ambientes residenciais. Contudo, considera que é necessário investigar mais para recolher mais dados e conseguir responder verdadeiramente a essa questão.

“Vimos vários relatórios de países que estão a realizar um processo de rastreio de contactos muito detalhado”, disse a especialista, acrescentando: “(Esses países) estão a acompanhar casos assintomáticos e os respectivos contactos, mas não encontram evidências de transmissão secundária. É muito raro”, afirma.

As respostas dos governos devem focar-se agora na detecção e no isolamento de pessoas infectadas com sintomas, bem como no rastreio de qualquer pessoa que possa ter entrado em contacto com elas, segundo a especialista.

“Aquilo em que realmente temos de nos focar é no acompanhamento dos casos sintomáticos”, disse Van Kerkhove. “Se conseguíssemos acompanhar todos os casos sintomáticos, isolá-los, seguir os seus contactos e colocá-los em quarentena, reduziríamos drasticamente” o foco de contágio do surto viral, disse a especialista da OMS.